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Atuação histórica em favor do Meio Ambiente

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Na década de 80, a Casa do Palmito foi a primeira empresa do mercado a destacar que a produção e comercialização do palmito precisavam ser urgentemente regulamentados e controlados.

 

Desde esta época, a empresa vem sensibilizando supermercadistas, jornalistas, fabricantes e outros setores da sociedade com relação à necessidade de se adotar procedimentos que garantam a preservação das palmeiras nas florestas.

 

Depois de contribuir com a regulamentação deste tipo de comércio, a Casa do Palmito iniciou outra luta: provar que a própria Mata Atlântica pode bancar sua preservação e recuperação.

A ideia é estimular o investimento de técnicas de manejo sustentável do palmito em propriedades particulares da Mata Atlântica, onde se encontram mais de 80% dos remanescentes da floresta.

Para empreender esta luta, a empresa criou a Multiambiental, a primeira reserva particular com Mata Atlântica a implantar o manejo de rendimento sustentado do palmito juçara, que é proveniente da palmeira Euterpe edulis, nativa dessa floresta. 

Este trabalho foi um dos principais motivos pelo qual a Casa do Palmito obteve o Diploma Ação Verde.

A Reservas do Brasil, outra organização fundada pela Casa do Palmito, tem como missão principal a elaboração de projetos que contribuam com a recuperação e desenvolvimento sustentado da Mata Atlântica. 

 

Outra iniciativa foi a criação da  Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN) Gonçalves Ledo, que preserva uma área da Mata Atlântica em caráter perpétuo para as futuras gerações.

Matéria publicada no Jornal da Tarde em 17/09/1994 cita o pioneirismo da Casa do Palmito, que lançou a ideia de transformar o palmito em uma solução para a Mata Atlântica:

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